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Água:
É o mais abundante ingrediente da cerveja, representando normalmente entre 90% a 95% da sua composição. Em média são usados entre quatro e cinco litros de água por cada litro de cerveja produzido. A composição da água num determinado local influencia os estilos que se produzem.
Ale:

Cervejas de fermentação alta. As leveduras usadas na produção destas cervejas têm um processo de fermentação mais rápido do que o das Lager e com temperaturas mais altas, entre os 16º e os 24º. Isto faz com que, muitas vezes, as Ale tenham sabores mais frutados e complexos.

Alemanha:

O berço da Lei da Pureza mantém uma das culturas cervejeiras mais vibrantes do mundo, com os seus festivais tradicionais, como o Oktoberfest, os cafés, bares, pubs e quiosques especializados na bebida, sem esquecer a paixão pelas cervejas artesanais. Em 2018, existiam 5 500 marcas de cerveja na Alemanha, mas é provável que o número esteja desatualizado: todas as semanas, novas cervejas chegam ao mercado. 

Altbier:

Estilo de cerveja tradicional da cidade de Düsseldorf, Alemanha. É uma Amber Ale na qual o amargo do lúpulo e o caráter intenso do malte estão bem equilibrados. Exemplos clássicos desta cerveja podem ser encontrados em Altstadt, a zona velha da cidade de Düsseldorf.

American Amber Ale:

Cerveja artesanal americana onde se fazem sentir os aromas e sabores dos lúpulos do Novo Mundo, com notas de malte e caramelo. Difundida a partir do norte da Califórnia, o seu nome começou a ser usado pelas microcervejeiras americanas por volta de 1980: primeiro como uma simples designação comercial, mas tarde como um estilo.

American IPA:

Estilo nascido por volta dos anos 1970 devido ao interesse das cervejeiras americanas por estilos artesanais. Surgiu para reavivar a India Pale Ale original de Inglaterra, que entretanto entrara em declínio. É uma cerveja em que se destacam os sabores dos lúpulos americanos. 

American Lager:

Uma Pale Lager leve, pouco amarga e de sabor suave. A versão moderna foi influenciada pela Lei Seca e pela Segunda Guerra Mundial, altura em que as marcas procuravam criar uma cerveja apelativa para grande parte da população. A sua origem é inspirada na Pilsner Europeia, fabricada pelos imigrantes alemães desde o século XIX. No entanto, é menos lupulada e menos amarga do que as tradicionais Pilsners. 

American Pale Ale:

Produto do crescimento das cervejeiras artesanais, inspirou-se na English Pale Ale, mas sem abdicar dos ingredientes locais: lúpulo, malte, levedura e água. Técnicas como o late hopping e o dry hopping, associadas ao uso de lúpulos locais, como o Cascade ou o Centennial, conferem à cerveja aromas e sabores cítricos, florais ou frutados. 

Antioxidantes:

Têm dois papéis essenciais na cerveja: impedem a oxidação do mosto, da levedura e da própria bebida, aumentando o seu tempo de vida, e ao mesmo tempo têm um efeito positivo para a saúde de quem bebe. Os antioxidantes vêm do malte e dos lúpulos e a quantidade varia de acordo com o estilo fabricado.

Arroz:

Cereal que confere leveza à cerveja, sendo utilizado em algumas Lagers, sobretudo em países asiáticos, como o Japão. Algumas cervejeiras utilizam o arroz vermelho para dar coloração à bebida.

Aveia:

Maltada ou não, a aveia é utilizada para dar cremosidade à cerveja. Além da Oatmeal Stout, a aveia tem ganho popularidade em algumas Pale Ale.

Barrica:

O envelhecimento ou maturação da cerveja em barril de madeira ou barrica, replicando métodos antigos, é utilizado para conferir mais sabores e dimensões à bebida. Não há restrições para os estilos de cerveja passíveis de serem maturados, mas os mais comuns são as Porters, Stouts, Barley Wines, Saisons e Sours. Neste processo, a cerveja irá adquirir as características da madeira adotada, assim como notas provenientes de outras bebidas que possam ter sido previamente acondicionadas no barril.

Belgian Blond Ale:

Pertencendo à família das Pale Ale, é uma cerveja relativamente recente, desenvolvida para apelar aos consumidores de Pils europeias. Combina uma doçura inicial do malte com um final seco, enquanto o moderado amargor do lúpulo e do álcool equilibram a bebida, que conta ainda com um ligeiro sabor terroso ou picante proveniente do lúpulo.

Belgian Dubbel:

Ale trapista com origem nos mosteiros da Idade Média e recuperada no século XIX, após a Era Napoleónica. De cor âmbar escuro a cobre, é uma cerveja com um sabor a malte adocicado, que pode ter notas de caramelo ou chocolate, e com amargor médio a baixo. 

Belgian Golden Strong Ale:

Uma cerveja Pale Ale belga, desenvolvida pela cervejeira Moortgat após a Primeira Guerra Mundial, em resposta à popularidade das Pilsners. Os sabores frutados, picantes e a álcool combinam como o caráter doce do malte. É altamente carbonatada e o teor alcoólico pode chegar aos 10,5%. Assemelha-se a uma Tripel, mas mais pálida, leve, cristalina e seca. 

Belgian Pale Ale:

Com raízes em meados de 1700, foi sendo aperfeiçoada depois da Segunda Guerra Mundial. A influência britânica pode ser saboreada em ingredientes como o lúpulo e a levedura. Com um sabor menos marcado do que outras cervejas belgas, é uma bebida equilibrada na qual o lúpulo, o malte e o amargor têm um caráter moderado.

Belgian Tripel:

Apesar de ser alcoólica, podendo chegar aos 9,5%, é uma cerveja que não sabe muito a álcool. A alta carbonatação ajuda a percecionar os vários sabores, numa gama que vai dos condimentados aos frutados. O amargor é moderado a elevado. É uma Strong Ale, popularizada pelo mosteiro trapista de Westmalle, em Antuérpia. 

Bélgica:

Considerada Património Imaterial da Humanidade desde 2016, a cultura cervejeira belga confunde-se com a História do próprio país, tal a aceitação e unanimidade que tem na sociedade. Desde a Idade Média que a Bélgica tem contribuído para a produção de algumas das cervejas mais criativas do mundo, mas a importância desta bebida vai mais longe: entra na gastronomia, nas obras de arte e contribui para o sentimento de união e identificação da Bélgica como país. Nos últimos anos, a tradição belga tem inspirado muito da cultura cervejeira americana, a escola cervejeira mais recente.

Berliner Weisse:

É uma cerveja de trigo, sendo que o malte deste cereal representa cerca de metade de todo o malte usado na sua produção. Nascida nos arredores de Berlim, Alemanha, foi evoluindo entre os séculos XVII e XX, tendo atingindo o auge da popularidade no século XIX. Pálida, refrescante, com uma certa acidez e muito carbonatada, é apelidada de “Champanhe do Norte”. Apesar da sua história, é uma cerveja cada vez mais rara, embora as cervejeiras artesanais lhe tenham dado uma nova vida nos anos mais recentes. 

Bière de Garde:

Com origem no norte de França, o nome significa “cerveja para guardar”. Antes do aparecimento da refrigeração mecânica, as últimas cervejas produzidas durante o tempo frio eram mais fortes e com mais álcool, para aguentarem um maior período de tempo e poderem ser bebidas nos meses quentes. Atualmente existem quer versões mais pálidas, quer versões mais escuras (âmbar e castanhas). Nestas últimas pode-se sentir o caráter do malte, enquanto que nas pálidas sobressai o lúpulo com notas herbais e condimentadas. 

BJCP:

Significa Beer Judge Certification Program e é uma organização sem fins lucrativos, com origem nos Estados Unidos, que promove a partilha de conhecimento na indústria cervejeira. O BJCP é responsável pela formação de jurados de competições e provas de cerveja, que promovem o produto em todo o mundo, e desenvolve métodos e processos que ajudam a certificar as cervejas, as marcas e os profissionais do setor.

Blonde Ale:

Cerveja artesanal americana, da família Pale Ale, produzida normalmente por cervejeiras mais pequenas. Por vezes referida como Golden Ale, é uma cerveja limpa e bem equilibrada, com leve a moderado sabor a lúpulo.

Brassagem:

é a fase do processo produtivo em que, depois de se adicionar o malte moído à água, e com recurso ao aumento de temperatura, se obtém uma infusão na qual certos componentes dos grãos se dissolvem na água, a qual se passa a chamar de mosto cervejeiro. É também a fase onde as enzimas presentes nos grãos, sendo ativadas pela temperatura, irão quebrar o amido do malte em açúcares mais pequenos, e por isso fermentáveis. 

British Golden Ale:

As cervejas deste estilo são fáceis de beber e refrescantes. Desenvolvida em Inglaterra para competir no mercado das lagers, a primeira British Golden Ale terá sido produzida em 1986. Amargor e sabor a lúpulo (principalmente cítrico) moderados, e malte com ligeiro toque de pão. Nos seus primórdios era uma cerveja de verão, feita com lúpulos ingleses. Hoje em dia é consumida e produzida todo o ano e foram incluídos lúpulos americanos, o que a aproxima à American Pale Ale, embora menos alcoólica. 

Brown Ale:

Termo que cobre um grande conjunto de variações que têm em comum a cor e a fermentação alta. Em Inglaterra existem diferenças geográficas na Brown Ale, sobretudo no que toca às áreas a norte ou do sul do país. A versão do norte é seca, com notas de caramelo e frutos secos, enquanto a do sul é mais doce. No entanto, ambas apresentam notas a nozes e chocolate, típicas deste estilo.

Burtonização:

Técnica de manipulação dos elementos químicos da água para que esta ganhe características semelhantes à água de Burton-on-Trent, cidade inglesa. Nesta localidade, a água é originária de um aquífero de arenito, tendo uma grande concentração de sulfato de cálcio.

Carbonatação:

Processo que acontece naturalmente durante a fase da fermentação, em que, por ação das leveduras que metabolizam os açúcares do mosto e os transformam em álcool, também se dá a libertação de CO2, ou seja, o gás da cerveja.

Centeio:

Maltado ou não, é um cereal usado em algumas cervejas, mas geralmente em baixas quantidades, devido ao seu sabor pronunciado. O grão do centeio normalmente confere um tom avermelhado à cerveja. Nos últimos anos, algumas IPA e Pale Ale desenvolvidas a partir deste cereal têm ganho popularidade.

Cereais:

São usados na produção de cerveja e podem ser maltados ou não maltados. Quando maltados, dão origem ao malte. O cereal mais usado na fabricação de cerveja é a cevada. Outros cereais também podem ser usados, como o trigo, a aveia ou o centeio, embora quase sempre em conjunto com a cevada. 

Cerveja:

A responsável pelo facto de estares a ler estas linhas! É uma bebida produzida a partir da fermentação de cereais. Foi uma das primeiras bebidas alcoólicas da Humanidade, sendo a mais consumida, atualmente, em todo o mundo.

Cevada:

É o principal cereal utilizado no fabrico de cerveja e a principal fonte de açúcares fermentáveis. Originária da antiga Mesopotâmia, esteve na génese das primeiras cervejas, ainda que não se saiba com total certeza de que forma as civilizações antigas descobriram o modo de converter o amido da planta em açúcares fermentáveis. O cereal alastrou-se para norte e chegou à Europa, adaptando-se às condições climatéricas que encontrou. Hoje, continua a ser uma cultura versátil, cultivada tem todos os pontos do globo. 

Copos:

O copo influencia a forma como apreciamos a cerveja, realçando o seu sabor e aroma. Existem dezenas de copos que se ajustam a cada estilo, incluindo canecas desenhadas para festivais de cerveja, como o Oktoberfest. Dois exemplos da importância dos copos na degustação de cerveja: copos estreitos e alongados, típicos de estilos como a American Lager ou Pilsner, ajudam na formação da espuma e, assim, retêm mais aromas de estilos mais suaves; por sua vez, copos mais baixos e largos soltam melhor os aromas, favorecendo cervejas mais intensas, como a Stout ou Porter.

Czech Amber Lager:

Cerveja que dá primazia ao malte e através do qual se sentem notas de pão, biscoito ou caramelo. O sabor de lúpulo condimentado é baixo a moderado, com amargor notório mas límpido. O estilo pode assemelhar-se à Vienna Lager, mas fazendo uso de lúpulos de variedade Saazer. O ressurgimento das cervejeiras mais pequenas, na República Checa, fez aumentar a produção deste estilo. 

Czech Dark Lager:

Cerveja escura, com um caráter de malte torrado. A sua produção começou em Praga, em 1499, e o estilo é hoje fabricado por pequenas cervejeiras. Do malte podem sentir-se sabores a caramelo, nozes, chocolate ou café. O amargor do lúpulo deve estar sempre presente, embora varie entre moderado e baixo.

Czech Pale Lager:

O tipo de cerveja mais consumido na República Checa produz-se com recurso a águas macias, com poucos sulfatos, lúpulos Saazer e malte pilsner. O sabor a malte remete para o pão, com intensidade baixa a média-baixa. No final sente-se o lúpulo, com notas condimentadas ou herbais. O amargor é notório. 

Czech Premium Pale Lager:

De cor dourada, trata-se de uma cerveja rica e pálida, com muito caráter de lúpulo e malte e um final longo e arredondado. Os sabores de malte são complexos para uma Pilsner e o amargor é forte, mas limpo e sem aspereza. No aroma, destaque para as notas maltadas ricas de pão e lúpulo moderado, com perfil condimentado e floral. 

Dry hopping:

Técnica de adição do lúpulo a frio, já na fase da maturação. Usada essencialmente para conferir à cerveja aromas a lúpulo fresco.

Dunkles Bock:

Lager alemã ligeiramente escura onde se destacam as qualidades ricas e um pouco tostadas dos maltes. O aroma tem notas de pão e muito pouco lúpulo. O sabor é maltado, rico e complexo, com algumas notas de caramelo.

Dunkleweizen:

Pertence à família das cervejas de trigo, sendo que algumas versões podem ter 70% de malte deste cereal. Altamente carbonatada e refrescante, com sabor moderado a banana e cravo, tem pouco amargor e pode ter toques herbais e florais provenientes do lúpulo. Por também conter maltes mais escuros, destacam-se ainda as notas de caramelo ou biscoito.

EBC:

Sigla da European Brewery Convention, organização fundada em 1947, que protege e estimula os interesses técnico-científicos do setor cervejeiro na Europa. Entre as suas principais publicações encontra-se a Analytica EBC, que compila os métodos de análise para controlo de qualidade usados internacionalmente pelos cervejeiros.

Ebulição:

Depois da filtragem, o líquido segue para a caldeira de ebulição. Nesta fase, ainda tudo é mosto, pois só passamos a ter cerveja a partir do momento em que ocorre a fermentação. A temperatura sobe até por volta dos 100ºC e adiciona-se o lúpulo. Quanto mais cedo se adicionar o lúpulo, mais características de amargor se evidenciarão na cerveja; quanto mais tarde for feita esta adição, mais os aromas do lúpulo permanecerão no produto final.

Empastagem:

Logo após a moagem, o malte moído é adicionado à água, na caldeira de empastagem, onde se começam a misturar. De seguida, inicia-se o processo de brassagem.

Enchimento:

Fase final da produção da cerveja. Para manter as suas características, coloca-se a cerveja nas respetivas garrafas, ou barris, e estes seguem para os pontos de venda.

English Barleywine:

Cerveja Ale de aroma rico e maltado, com notas de caramelo nas versões mais escuras e de toffee nas mais claras. Está também presente um caráter frutado e o aroma de lúpulo é ligeiro, tipicamente floral ou terroso. Na boca sente-se a forte presença dos maltes, principalmente tostados. O fim pode variar do moderadamente doce ao moderadamente seco. 

Espuma:

Composta por bolhas de gás carbónico e proteínas formadas na superfície quando a cerveja é agitada ou movimentada, a espuma exerce diversas funções que contribuem para a qualidade da bebida. É fundamental, por exemplo, para evitar o contacto do líquido com o oxigénio uma vez servido no copo, assim como para manter a temperatura da cerveja durante mais tempo. E dada a sua superfície irregular, que acaba por ser maior do que uma superfície lisa, a espuma contribui ainda para a libertação de aromas.

Estados Unidos:

Berço de algumas das mais inovadoras e ousadas cervejas dos nossos dias, os Estados Unidos cedo beberam das técnicas cervejeiras importadas pelos europeus, mas nunca abdicaram do lúpulo e ingredientes locais para conferir às suas cervejas um sabor e estilo único - a paixão americana pelo lúpulo pode ser sentida, por exemplo, nas APA e IPA lupuladas. Foi no final dos anos 1970 que a cultura cervejeira americana se começou a reinventar, quer em quantidade como em qualidade. Atualmente, são mais de 7000 as cervejarias espalhadas um pouco por todo o país.

Fermentação:

Processo da produção de cerveja no qual se insere a levedura, que vai começar a transformar os açúcares em álcool e em CO2. A fermentação decorre normalmente durante 5-9 dias, variando de acordo com a cerveja que está a ser produzida. É a partir deste momento que o líquido resultante do processo já se pode chamar de cerveja.

Filtração:

A filtração, ou filtragem, do mosto é uma fase do processo da produção de cerveja em que se retiram todos os componentes insolúveis presentes na mistura. São as próprias cascas dos cereais que servem de filtro, através das quais o mosto se faz passar. A estas sobras das cascas chama-se dreche.

Fino:

Cerveja de pressão servida em copo alto e fino. A expressão “fino” usa-se na região norte de Portugal, enquanto “imperial” é mais utilizada na região centro e sul.

Fruit Lambic:

Variante frutada da Lambic. No nariz, a fruta deve ser o aroma dominante, com notas ácidas baixas a moderadas. Sem aroma de lúpulo. No copo, o tipo de fruta determina a cor, ainda que a sua intensidade possa desaparecer com o envelhecimento. Final seco e ácido, com uma baixa doçura.

Garrafa:

Ganhou força sobretudo no final do século XIX, devido ao desenvolvimento da indústria do vidro. A maioria das garrafas têm vidro castanho para bloquear ao máximo a luz, que ao entrar em contacto com a cerveja prejudica o seu sabor. A escassez de vidro durante a Segunda Guerra Mundial levou ao aparecimento de garrafas verdes, ainda hoje usadas por algumas marcas.

German Pils:

Tem como base a Pilsner checa, mas adaptada às diferentes condições existentes na Alemanha: água com alto teor de minerais e tipos diferentes de lúpulo. No copo é limpa, brilhante e cristalina, com um tom amarelado e uma espuma branca cremosa, de longa duração. O aroma é de lúpulo floral e aromas de malte ricos e doces. Final seco a médio seco e crocante.

Gueuze:

Cerveja de fermentação espontânea e que resulta da mistura cervejas Lambic armazenadas de diferentes anos. Apresenta uma cor dourada, muito transparente e com espuma branca, sendo uma cerveja efervescente, frutada e sem aroma de lúpulo. Na boca é moderadamente ácida e em equilíbrio com o malte. Pode ter um caráter adocicado e um ligeiro apontamento de mel e baunilha. Final refrescante, seco e ácido.

Harmonização:

Melhor combinação possível entre elementos da cerveja e dos alimentos, de modo a potenciar o sabor de ambos. As inúmeras variedades de malte, lúpulo, levedura e água conferem aromas e sabores diferentes à cerveja, que influenciam a sua ligação com os alimentos, fazendo-os brilhar e transformando qualquer refeição numa experiência gustativa memorável. 

IBU:

Abreviatura de International Bitterness Units, ou seja, a escala do amargor. Quanto maior for o amargor da cerveja, mais alto é o número do seu IBU - pode ir de 0 a 120, ainda que, na maioria das cervejas, este número se encontre entre 15 e 60.

Inglaterra:

É um dos países com maior consumo de cerveja no mundo, total e per capita, e um dos que mais influenciou a cerveja consumida nos quatro cantos do Planeta. Bitter, Porter e Stout são alguns dos estilos mais conhecidos da tradição cervejeira inglesa, cervejas correntemente bebidas nos pubs tradicionais que ainda hoje trazem o aroma do malte e lúpulo às ruas das cidades e vilas. Cerca de 80% da cerveja inglesa é consumida localmente, o que comprova a paixão britânica por esta bebida.

IPA:

Sigla que significa India Pale Ale, uma Pale Ale originalmente preparada para exportação para o território indiano, a partir dos portos ingleses, mas que no século XIX evoluiu para uma versão com mais lúpulo e teor alcoólico superior, para superar as longas viagens até ao continente asiático. A tradicional IPA inglesa utiliza lúpulos tradicionais britânicos, sobretudo no final da produção, o que se reflete num amargor que se sobrepõe ao malte. Foi, no entanto, através da escola cervejeira americana que este estilo alcançou grande popularidade internacional, com o uso dos lúpulos mais frutados e aromáticos do Novo Mundo.

Kölsch:

Desenvolvida na cidade de Colónia, Alemanha, para combater a fama das Lagers de baixa fermentação, a Kölsch é uma cerveja equilibrada, com uma nota de frutas e lúpulos. De tom dourado claro, com espuma branca e pouco duradoura, tem um ligeiro aroma a malte. Na boca, o paladar é suave, devido ao delicado equilíbrio do malte. Sente-se ainda um ligeiro amargor, que culmina num final seco e ligeiramente rugoso. 

Lager:

Significa “armazenamento” em alemão, referindo-se historicamente a cervejas que eram maturadas por longos períodos a temperaturas baixas em caves ou adegas. A Lager é a família de cerveja mais bebida no mundo, mas a sua popularidade só chegou no final do século XIX, com a invenção da refrigeração. As Lagers são cervejas de baixa fermentação, cor clara e um teor alcoólico normalmente entre os 4% e os 7%. Fazem parte desta família, entre outros, os estilos Pilsen, Pale Larger, Bock, Märzen, Dunkel, Schwarzbier, Vienna Lager ou Helles.

Lambic:

Cerveja de trigo belga, conhecida pela sua acidez, fermentação espontânea e ausência de carbonatação. O amargor é geralmente baixo e a cerveja feita com lúpulos velhos, que são utilizados para a sua conservação e não para trazer algum aroma ou sabor.  É um dos estilos de cerveja mais antigos do mundo e tem quatro subestilos: Faro, Lambic jovem ou velha, Gueuze (uma mistura de Lambics de anos diferentes) e Fruit.

Lata:

As cervejas em lata começaram a ser vendidas em 1933, nos EUA. Apesar de ter uma má reputação (infundada) junto do público, a lata preserva bem as propriedades da cerveja, por ser opaca.

Lei da Pureza:

Lei instituída em 1516, pelo duque Wilhelm IV da Baviera, como forma de controlar a qualidade da cerveja naquela região. Segundo o documento, a cerveja pode apenas ser feita com três ingredientes: malte (de cevada), água e lúpulos. Quando a levedura foi descoberta, no século XVII, foi também incluída na Lei da Pureza. Alargada posteriormente a todo o país, esta lei tem hoje duas versões: a bávara (para as Lager) e a germânica (para as Ales).

Levedura:

É um tipo de fungo, composto por uma única célula, que é o verdadeiro responsável pela existência da cerveja. A levedura “alimenta-se” dos açúcares presentes no malte, transformando-os em álcool e CO2 através do processo de fermentação. Existem duas grandes famílias de leveduras: as Ale, que fermentam a temperaturas altas (entre os 16ºC e os 24ºC), e as Lager, que fermentam a baixas temperaturas (entre 7ºC e 15ºC).

Lúpulo:

É uma planta trepadeira, que pode chegar aos 15 metros de altura, responsável pelo amargor da cerveja e por muitos dos seus aromas. Introduzido na produção cervejeira na Idade Média, devido às propriedades antissépticas, o lúpulo é ainda responsável pela formação de uma boa espuma.

Maltagem:

Processo através do qual os grãos de cereal são transformados em malte. Numa primeira fase, os grãos são humedecidos para iniciarem a germinação, que, mais tarde, é abruptamente interrompida.

Malte:

Um dos quatro ingredientes que torna a cerveja especial e única, o malte resulta do processo de maltagem dos grãos de cereais. O processo de maltagem e subsequente torrefação influenciam o malte e o tipo de cerveja que se vai produzir. Maltes menos torrados dão origem a cervejas mais claras e pálidas; maltes mais torrados são usados em cervejas escuras.

Märzen:

Cerveja do tipo Amber Lager que deve o seu nome ao mês do ano em que era produzida: março. Em 1953, a Baviera decretou que só se podia produzir cerveja entre setembro e abril, para evitar a fabricação nos meses quentes. Assim, em março as cervejeiras produziam uma cerveja mais forte, que era guardada em caves frias. O objetivo era que tivesse a capacidade de aguentar o período de proibição. O nome chegou em 1841, quando a cervejeira Spaten vendeu uma cerveja com esse nome no Oktoberfest. O sabor a malte é distinto e complexo, o amargor é moderado e o sabor a lúpulo é pouco ou nenhum.

Maturação:

Fase da produção de cerveja em que esta é estabilizada e o seu sabor afinado. É também nesta fase que se pode fazer o dry hopping, ou seja, o acrescentar tardio do lúpulo à cerveja, através de uma infusão a frio. Isto permite uma grande retenção dos aromas do lúpulo, proporcionando uma experiência mais aromática e envolvente. Esta fase dura entre 2 a 3 dias.

Milho:

 É um dos cereais não maltados mais utilizados na cerveja, sendo uma fonte de açúcar para a cerveja que não acrescenta aromas e sabores à bebida. É usado em Lagers e Ale belgas.

Moagem:

Processo em que os grãos de malte (e cereais não maltados) são moídos, o que permite uma mais rápida solubilidade dos seus componentes quando misturados com a água. É importante que a moagem não seja excessiva, pois as cascas dos grãos servirão de filtro natural para filtrar o mosto cervejeiro no final do processo de brassagem.

Mosto:

Nome dado ao líquido resultante da mistura da água com o malte moído, e mais tarde com o lúpulo, mas ainda antes da fermentação. Após a moagem e a brassagem, todo o volume resultante é sujeito a uma filtração para separar a parte insolúvel (dreche) da líquida (mosto). Depois de filtrado, o mosto é levado à ebulição, sendo nesta etapa que lhe é adicionado o lúpulo. Finda a ebulição vem a fase da fermentação, em que se junta a levedura ao mosto, para se obter finalmente a tão desejada cerveja.

Munich Dunkel:

Uma Dark Lager da cidade de Munique, mais escura e maltada do que outras Lager da região. A popularidade rapidamente se espalhou por todo o estado da Baviera, especialmente na região da Francónia: aí, as versões desta cerveja são ainda mais escuras.  Dominam os sabores suaves, ricos e complexos do malte Munique. Notas de caramelo e nozes também podem ser encontradas. O amargor do lúpulo, apesar de baixo, é percetível.

Munich Helles:

Criada no final do século XIX para competir com outras cervejas claras do tipo Pilsner, a Munich Helles é uma Lager limpa, de cor dourada e amarelada. Com aroma a malte de grãos doces, tem um sabor suave, ligeiramente maltado, picante ou floral moderado. O final é macio e seco. É o estilo de cerveja mais popular do sul da Alemanha.

Oktoberfest:

Festival de cerveja de Munique, na Alemanha, criado em 1810 para celebrar o casamento do rei bávaro Ludwig I. Visitado, todos os anos, por cerca de seis milhões de pessoas, o Oktoberfest começa sempre no primeiro sábado após o dia 15 de setembro e termina duas semanas depois. É o festival de cerveja mais famoso do mundo e um dos eventos com maior projeção mediática global.

Old Ale:

Surgida antes da Revolução Industrial, a Old Ale é uma cerveja com maior volume de álcool, e mais doce. Armazenada em barris de madeira, desenvolve alguma adstringência pela presença de taninos. Como o envelhecimento está no ADN das Old Ale, as caraterísticas podem ser bastante mutáveis. Ainda assim, a cerveja apresenta sabores complexos e nuances caramelizadas, maltadas e torradas, corpo denso e não muita carbonatação. Os aromas são doces, com leves toques frutados.

Ordinary Bitter:

Da família das cervejas amargas britânicas, a Ordinary Bitter tem pouco álcool e é pouco carbonatada, sendo fácil de beber. A presença do malte pode variar em sabor e intensidade, mas nunca deve sobrepor-se ao amargor. Esse caráter do malte remete geralmente para pão ou biscoito. As cervejas amargas britânicas cresceram no final dos anos 1800, e o uso de maltes cristal generalizou-se após a Primeira Guerra Mundial.

Pale Ale:

É um estilo de cerveja que surgiu do uso de maltes claros para criar uma cerveja de alta fermentação - daí a inclusão da palavra “Pale”, que significa “pálida”, no nome do estilo desta cerveja clara. Além da pouca espuma e do amargor médio a alto, as Pale Ale são conhecidas pelo aspeto encorpado, que lhes dá grande versatilidade na hora da harmonização.

Pasteurização:

Técnica usada para garantir a conservação da cerveja. Já depois do engarrafamento, o aumento da temperatura da cerveja durante um curto espaço de tempo provoca a destruição de esporos patogénicos e atividade microbiológica que poderia ser responsável pela deterioração da cerveja. Este processo varia consoante a cervejeira.  

Pilsener:

Surgida na cidade de Pilsen, na atual República Checa, em 1842, a Pilsener (ou Pilsen) é uma Lager dourada, transparente, nítida e com espuma branca, cremosa e duradoura. Apesar dos diversos subestilos que a acompanham, a Pilsener é geralmente acompanhada por um amargor e sabor floral e picante, com notas de malte e lúpulo. Bohemian Pilsner, German Pilsner, Czech Premium Pale Lager e Classic American Pilsener são algumas das ramificações desta cerveja.

Plato:

Escala que mede a concentração de sólidos solúveis no mosto da cerveja. Os graus Plato (ºP) são utilizados para quantificar a concentração do extrato. Um mosto com 10ºP conterá 10g de extrato por 100g de mosto. A escala de Plato é utilizada pela maioria dos cervejeiros de todo o mundo, com exceção dos britânicos, adeptos da escala de densidade específica.

Porter:

Estilo de cerveja que usa maltes escuros, desde o castanho ao chocolate, de moderada intensidade, caráter torrado e amargo e pouco ou nenhum aroma a lúpulo. No sabor, é possível percecionar o sabor a chocolate ou café, com um leve torrado final. O final é seco e moderado. O teor alcoólico situa-se geralmente entre os 5,4% e os 6,5%, embora possa chegar aos 9,5% da Baltic Porter. O estilo Porter surgiu em Londres, Inglaterra, no século XVIII, e esteve na génese do estilo Stout.

Prova:

Mais do que beber uma cerveja, uma prova é uma experiência que desperta todos os nossos sentidos: olfato e paladar assumem o destaque, mas a audição, visão e tato também têm o seu lugar. Numa prova de cerveja pode observar-se a cor, a formação e retenção de espuma, além de sentir os aromas e sabor. Nos últimos anos as provas de cerveja ganharam élan, sendo crescente a aposta na diversificação da oferta, assim como nas combinações de ingredientes.

Rauchbier:

Da família Amber Lager, o nome significa “cerveja de fumo”. Feita com maltes fumados, é originária da cidade de Bamberga, na Baviera. Quando se bebe sentem-se as notas de malte fumado e o amargor é moderado e equilibrado. Em alguns casos, o caráter fumado pode até fazer lembrar presunto ou bacon. O estilo assemelha-se à Märzen, mas com sabores e aromas mais equilibrados e fumados e uma cor mais escura.

Saison:

Originária da Valónia, foi criada pelos agricultores daquela região belga como uma cerveja sazonal (daí o nome). Entre o final do outono e o início da primavera, estes trabalhadores produziam a cerveja; da primavera até ao inverno, trabalhavam nos campos e bebiam-na. Como era feita diretamente com aquilo que conseguiam produzir, crê-se que as características da cerveja variavam a cada ano. Mesmo hoje em dia existem versões mais pálidas e outras escuras. É uma bebida com sabores frutados e condimentados, juntamente com um caráter suave de malte. O nível de amargor varia de moderado a elevado e o final é seco.

Schwarzbier:

Uma Lager escura, com um sabor torrado mas suave do malte, juntamente com um amargor moderado do lúpulo. É também do lúpulo que vêm sabores condimentados, florais ou herbais. O nome significa “cerveja preta” em alemão. A bebida é uma especialidade dos estados da Turíngia e da Saxónia, e da região da Francónia, no estado da Baviera. A sua popularidade cresceu depois da reunificação alemã, sendo também a inspiração para as Lager pretas japonesas. 

Session:

Cervejas que privilegiam a facilidade em beber. As Session têm um teor alcoólico reduzido e podem ser aplicadas a todos os estilos existentes. Muitas vezes mais refrescantes e suaves que os estilos base, procuram um compromisso entre a essência desse estilo, e o baixo teor alcoólico, que normalmente não deve superar os 5% ABV.

Sommelier:

Profissional especializado em cerveja, de paladar apurado e treinado, cuja principal ação se centra na sugestão de cervejas para harmonizar com diferentes comidas. Ajuda na criação de novas cervejas, aconselha cartas de bebidas para restaurantes e bares, e pode mesmo atuar como jurado em competições nacionais e internacionais.

Stout:

Estilo nascido no século XIX, como uma versão mais forte da Porter. Na viragem do século XX, os dois estilos separam-se e a Stout tornou-se um estilo de pleno direito. Fazendo uso de maltes escuros, a Stout é uma cerveja com cor entre o castanho e o preto. Neste estilo o sabor é fortemente torrado, com toques de chocolate negro ou café e pouco ou nenhum sabor a lúpulo.

Strong Bitter:

Da mesma família da Ordinary Bitter, é uma cerveja de amargor médio a alto, com um bom equilíbrio por parte do malte. Geralmente, os sabores do malte passam por pão, biscoito, nozes ou ligeiramente tostado. Do lúpulo vêm sabores florais, terrosos, a resina ou frutados, com intensidade moderada a elevada.

Taninos:

São prolifenóis de origem vegetal, presentes na casca do malte, no lúpulo e em determinadas frutas e temperos. Os taninos podem precipitar as proteínas presentes na saliva e o seu excesso é a principal causa da adstringência na cerveja.

Temperatura:

Tem um papel muito importante na perceção do sabor da cerveja, já que as temperaturas mais altas tendem a enfatizar os componentes aromáticos, enquanto as mais baixas os suprimem. Cervejas refrescantes, como as Pilsen, Helles, Witbier e sem álcool, devem ser servidas a uma temperatura entre os 2ºC e os 4ºC. As cervejas de trigo alemãs, como a Weinzebier, mas também as Lambic e Tripel belgas, refrescantes e com acidez elevadas, são bebidas entre os 4ºC e os 6ºC. Nas cervejas com os sabores mais complexos, como IPA, Weizenbock, Porter, trapistas belgas ou estilos com teores alcoólicos mais elevados, a temperatura ideal situa-se entre os 7ºC e os 10ºC. Por fim, cervejas como a Belgian Dark Strong Ale, Imperial Stout,  Barley Wine e Bock, devem beber-se entre os 10ºC e os 13ºC.

Teor alcoólico:

Na cerveja, o teor alcoólico é gerado em função da quantidade de açúcares fermentáveis presentes no mosto e a que extensão esses açúcares são realmente fermentados pelas leveduras. Uma vez que o álcool é produzido na cerveja, é necessário medi-lo. A análise da cerveja quanto ao conteúdo alcoólico é uma parte importante do trabalho laboratorial, quer para efeitos de qualidade quer de propósito legal. O teor alcoólico médio de uma cerveja está entre os 4,8% e os 5,2% de álcool em volume (ABV), no entanto, é comum encontrar cervejas a começar nos 3% e chegar até aos 15%, e às vezes até mais.

Trapista:

Cerveja que respeita tradições seculares, sendo feita apenas por monges, ou sob a sua alçada, em 14 mosteiros certificados. Com forte ligação à sua área de produção, as cervejas trapistas são produzidas com poucos ingredientes, mas todos de grande qualidade. São conhecidas pela utilização de especiarias locais e açúcar caramelizado, pela alta fermentação, o elevado teor de álcool e a espuma cremosa. Atualmente, as cervejas trapistas são produzidas em apenas oito países: Bélgica, Holanda, Áustria, Estados Unidos, Itália, Inglaterra, Espanha e França.

Trigo:

É um dos cereais mais utilizados na produção de cerveja, podendo ser maltado ou não. Está na base de estilos clássicos, como Weizenbier e Witbier, cervejas cremosas e refrescantes, e da American Wheat Beer, entre outras.

Vienna Lager:

O nome não deixa dúvidas quanto à sua origem, apesar de hoje em dia ser praticamente inexistente na capital da Áustria. A popularidade faz-se sentir no México, para onde foi levada por imigrantes austríacos no final do século XIX. É também apreciada pelas cervejeiras artesanais americanas. Chegou ao mercado em 1841, tal como a Märzen, com a qual se assemelha, especialmente no malte, embora menos encorpada e ligeiramente mais amarga. Quando se bebe sentem-se notas tostadas dadas pelo malte, equilibradas pelo amargor do lúpulo.

Viscosidade:

É uma das sensações táteis determinadas pela composição física da cerveja, que ajuda à descrição do seu corpo, podendo ser mais espessa e densa ou mais fluída.

Weissbier:

Cerveja clássica de trigo da Baviera. O nome significa “cerveja branca”, devido à cor branca-amarelada, resultado do uso de maltes pálidos de trigo e de cevada, e também pelo facto de não ser uma cerveja filtrada. Uma Weissbier deve ter pelo menos 50% de malte de trigo, e quando se bebe sente-se um sabor moderado a banana e cravo, com um caráter suave a malte, pouco sabor a lúpulo e pouco amargor. As versões modernas remontam a 1872. Nos anos 1950, as vendas caíram, mas nos anos 1960 a cerveja tornou-se bastante popular, tendo hoje em dia muitos apreciadores, especialmente no sul da Alemanha.

Weizenbock:

Cerveja de trigo, forte, maltada e frutada, que combina o melhor dos sabores do malte e levedura de uma Weissbier com o corpo de uma Dunkles Bock. O sabor é rico em malte, com notas de trigo granulado. Não apresenta sabores a lúpulo e tem pouco amargor. A conjugação entre o malte, a levedura e o álcool oferece complexidade.

Witbier:

Faz parte da família das cervejas de trigo, usando trigo não maltado e malte de cevada em quantidades semelhantes. É uma cerveja belga com mais de 400 anos, que desapareceu nos anos 1950 mas que foi reavivada uma década depois e cuja popularidade tem vindo a crescer, assumindo-se sobretudo como uma cerveja de verão. Refrescante e elegante, com um sabor doce do malte, remete por vezes para baunilha ou mel, com pouco sabor vindo do lúpulo e amargor baixo a médio-baixo.

Tradicional

Se a cerveja falasse seria uma boa contadora de histórias. És racional e tradicional nas tuas escolhas: cerveja, petiscos e boa companhia nunca poderão faltar na tua vida.

A tua cerveja

Super Bock

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Purista

Purista ou “guru” dos vários estilos de cerveja, são só apelidos para o verdadeiro amante de cerveja. Sabes do que falas, aprecias o que bebes e és bom conselheiro no que diz respeito à melhor escolha de cervejas.

A tua cerveja

Bavaria Weiss

Seleção 1927

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Ancião

Aprecias a qualidade extraordinária de uma cerveja com história, és fiel a costumes ancestrais e sabes sempre qual é o tipo de copo onde deves beber a tua cerveja.

A tua cerveja

Abadia

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Hipster

Para hipsters citadinos, embaixadores da cultura urbana. Gostas de escrever, fotografar, ouvir música independente e beber cerveja em grande estilo. Cerveja é sinónimo de estilo, design e de momentos que marcam.

A tua cerveja

India Pale Ale

Coruja

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Cosmopolita

A curiosidade começa a dar cartas e a resistência tem os dias contados. Afinal a cerveja é um universo que se desenvolve para além do primeiro gole. Deixa de parte a vergonha e dá início a uma viagem ao mundo cervejeiro.

A tua cerveja

Moderado

Se brindar com água dá azar, o melhor é pedires uma cerveja sem álcool, acompanhar os amigos e apreciar os sabores únicos de uma boa cerveja. Saúde!

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Sem Álcool

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