Curiosidades
7 momentos de arte em que a cerveja é protagonista

A cerveja é considerada por muitos uma obra de arte. Para outros, é uma fonte de inspiração. Da pintura à literatura, levamos-te a viajar por algumas criações em que a bebida é inseparável da obra e do artista. 

1. Agostina, quadro de Van Gogh

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© Vincent van Gogh, Public domain, via Wikimedia Commons

Há quem conte que Vincent van Gogh pintou “No Café: Agostina Segatori em Le Tambourin” para pagar as refeições e bebidas que tinha em dívida neste estabelecimento de Paris. Em 1887, o pintor era um homem sem dinheiro, mas um homem da casa.


Nas mesas do Le Tambourin, terá bebido muitas cervejas e participado em dezenas de discussões, já que este era um café frequentado por artistas. Agostina, a proprietária que toma o lugar de mulher moderna e que na obra bebe a sua segunda cerveja, foi também uma paixão de van Gogh. 

2. Django Libertado, filme de Quentin Tarantino

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Também no cinema a cerveja inspirou muitos realizadores, mas poucas cenas retratam tão bem a arte de tirar uma boa cerveja como em Django Libertado, o filme com que o excêntrico Quentin Tarantino aborda a escravatura nos Estados Unidos. Quando o Dr. King Schultz (interpretado por Christoph Waltz, que recebeu o Óscar de Melhor Ator Secundário) mostra ao escravo Django (Jamie Foxx) o mundo maravilhoso da cerveja, a espuma nos lábios de Django denuncia a descoberta feliz de um homem que não conhecia a liberdade.

3. Free Beer, instalação de Tom Marioni

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Autor: Ben Blackwell / Direitos de autor: © Tom Marioni

Tom Marioni não usa meias palavras quando é para falar de cerveja. Em “FREE BEER (The Act of Drinking Beer with Friends is the Highest Form of Art)” (“Cerveja Grátis: O Ato de Beber Cerveja com os Amigos é a Mais Elevada Forma de Arte”, em tradução livre), o artista norte-americano e pioneiro da arte conceptual coloca a bebida no centro da obra e da vida.


A instalação com garrafas é apenas uma peça do contínuo happening mais conhecido de Marioni: o salão semanal da cerveja no seu estúdio de São Francisco. Uma festa que começou em 1973 e durou pelo menos até 2017.

4. I Hardly Ever Sing Beer Drinking Songs, canção de Johnny Cash

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© Joel Baldwin, Public domain, via Wikimedia Commons

No doce country de Johnny Cash não faltam as notas amargas da cerveja, embora o artista afirme que dificilmente canta canções sobre a bebida. Acontece que Cash é um mestre da ironia. Em “I Hardly Ever Sing Beer Drinking Songs”, o cantor e compositor do Arkansas partilha uma série de fraquezas negando que são suas.


Quem nunca cantou canções sobre cerveja? Quem nunca chorou ou sentiu que as coisas corriam mal no amor? Cash responde: “I never ever sing the blues/ I've forgotten born to lose/ And I hardly ever sing beer drinking songs.”

5. Beer, poema de Charles Bukowski

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© Origafoundation, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons

É conhecida a grande intimidade de Charles Bukowski com a cerveja. Para criar, o poeta tão depressa bebe da alma como do copo. Mas a cerveja não é apenas companheira das longas noites de escrita, como entra pelos poemas de Bukowski.


Em “Beer”, uma ode à bebida no livro “Love is a Dog From Hell”, a relação é clara: “Cerveja/ Rios e mares de cerveja/ Cerveja cerveja cerveja/ O rádio a tocar canções de amor/ Enquanto o telefone permanece em silêncio/ E as paredes mantêm-se/ Direitas para cima e para baixo/ E a cerveja é tudo o que existe.”

6. Arte Egípcia

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© THANASSIS STAVRAKIS / ASSOCIATED PRESS

Não faltam esculturas e pinturas que denunciem a entrega de civilizações antigas à produção de cerveja. Da rica e importante coleção do Museu Nacional de Arqueologia de Atenas, na Grécia, faz parte esta peça em madeira que representa uma “fábrica” de cerveja e os seus diferentes “operários” em ação. Um ritual imortalizado pela arte egípcia e uma das muitas provas da paixão desta cultura pela cerveja.

7. Vhils na Super Bock Casa da Cerveja

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Se a cerveja inspirou os clássicos, não poderia deixar de figurar na arte urbana do nosso século. Neste capítulo, o português Vhils tem lugar de destaque. Desenvolveu diferentes projetos com a Super Bock, entre os quais dois em que a cerveja desempenha um papel central: uma edição de colecionador cuja imagem foi criada pelo artista e uma coluna de cerveja (na foto) que existe em dez espaços do país.


Ambas as peças, entre outras assinadas por Vhils e por outros artistas, estão em exposição permanente no circuito de visitas da Super Bock Casa da Cerveja. Não menos icónico é o mural da fábrica da Super Bock - um dos maiores do mundo -, em Leça do Balio, assinado por Vhils e pela dupla espanhola PichiAvo. 


Seja à mesa de civilizações antigas ou nos bares da Belle Époque e do século XXI, a vida longa da cerveja na arte mostra como ela é intemporal e universal. Ao longo de séculos, a bebida acompanhou movimentos artísticos, privou com pintores e realizadores, entrou no domínio conceptual da instalação e ajudou escritores a escrever mais uma linha. Afinal, quem não precisa de um bom gole de cerveja para se inspirar?

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